"Negro como o diabo, Quente como o inferno,
Puro como um anjo,
Doce como o amor”.
Talleyrand (1754-1838)
No meu caso que tomo sem açúcar, seria "amargo como o amor"?
"Um silêncio diferente; o som de canetas caindo no chão, de páginas viradas, cadeiras arrastadas, gavetas puxadas, impressoras, a respiração das pessoas, bebedouro, tosses, murmúrios, algumas poucas falas, a chuva, e outros detalhes que em uma biblioteca deixa de ser apenas um detalhe, e passa a ser a voz da Biblioteca..." Por Gian Carlo.
Um comentário:
Ah café, esse companheiro de tantos momentos do meu dia.
Parabéns pelo blog.
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