domingo, 4 de maio de 2008

Café

"Negro como o diabo,
Quente como o inferno,

Puro como um anjo,
Doce como o amor”.

Talleyrand
(1754-1838)

No meu caso que tomo sem açúcar, seria "amargo como o amor"?

Um comentário:

Luciano disse...

Ah café, esse companheiro de tantos momentos do meu dia.
Parabéns pelo blog.